Página Inicial | Sábado, 4 de Fevereiro de 2012

Carção // II Feira de Artesanato Por: Aida Sofia Lima / Secção: Actual / 02-09-2008 · 5 comentário(s) Imprimir Enviar a um amigo

Foto: Aida Sofia Lima
Associação mostra-se empenhada em preservar e perpetuar o artesanato da região

A II Feira de Artesanato de Carção, concelho de Vimioso, que decorreu no passado fim-de-semana, no âmbito das festas de Nossa Senhora das Graças 2008, contou com cerca de uma dúzia e meia de expositores, um número superior ao do ano anterior. “A feira teve início no ano passado, pois achámos que Carção deveria ter algo mais para além da festa. No ano passado aventurámo-nos e foi uma feira ainda em pequena escala, com dez artesãos. Este ano, como correu bem, continuámos, e está um pouco maior, com 14 expositores. O objectivo será ir crescendo aos poucos”, explicou Paulo Lopes, presidente da Associação Cultural dos Almocreves de Carção, organizadora do evento. Acrescentou que “é urgente mantermos o artesanato e incentivar os mais novos a dar continuidade a estas artes”. Na feira estiveram presentes muitos artesãos de fora do concelho, no entanto, ao contrário da primeira edição, alguns locais quiseram marcar presença, como referiu o presidente: “no ano passado a maioria dos artesãos era de fora, mas este ano já temos gente de cá, como os brinquedos de madeira, o stand do lar de idosos, a nossa associação...temos ainda em exposição algumas das peças das cerca de 13 tecedeiras que ainda temos em Carção”. Empenhada na recolha e preservação da cultura de Carção através da revista Almocreve, surgida em 2002, a associação tem desenvolvido diversas actividades, como a feira de artesanato, construção de dois blogues na internet sobre a região, publicação de um glossário da aldeia, publicação de livros, entre outras, contando com o apoio de associações, Câmara Municipal de Vimioso e Junta de Freguesia de Carção.

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5 Comentários Feed

F. Costa Andrade · escreveu em 02-09-2008 às 23:10:45

Ex.ª Senhora

D.ª Aida Lima

Estive em Carção no passado fim de semana onde se assistiu a uma realização memorável no âmbito cultural em Trás-os-Montes.
Refiro-me, concretamente, ao lançamento de três livros, todos com qualidade e interesse para a nossa região, dos quais se destaca o " CARÇÃO -Capital do Marranismo", a cuja sesssão, ao que me consta, não teria assistido.
Fazer corpo da notícia apenas com a feira de Artesanato, embora com todo o respeito por todos os
critérios jornalísticos, mais que lamentável parece-me desajutado, a cair no ridículo.
Para não me alongar mais, temendo dizer algo de que me venha a arrepender, termino com um desabafo:

" O tempora, o mores! "
Aida Lima · escreveu em 03-09-2008 às 11:15:43
Exmº sr F. Costa Andrade

Também estive em Carção no passado fim-de-semana e, ao contrário do que sugere no seu comentário, assisti ao lançamento das obras referidas.
Agradeço que leia a edição que sairá na sexta feira, dia 5, e perceba que a matéria referente a obras literárias se encontra na secção da cultura. Para além disso, antes da apresentação oficial do livro que refere, o Mensageiro publicou na semana anterior um artigo sobre a obra, que poderá consultar neste site.
Com os melhores cumprimentos,

Aida Sofia Lima
Carção · escreveu em 03-09-2008 às 11:35:04
Ex.mo Srº,

"O tempora, o mores", assim clamava Cícero contra a perversidade dos homens....
Contrariamente ao que afirma no comentário enviado para o jornal Mensageiro Notícias, a jornalista Drª Aida Sofia Lima, esteve presente no evento e assistiu ao lançamento das obras que refere como sendo de "qualidade e de grande interesse para a região". A notícia sobre esses livros sairá na edição de 05 de Setembro, na secção Cultura.
Convém ainda referir que relativamente ao livro "Carção, a capital do marranismo" foi publicada uma notícia na edição de 14 de Agosto, conforme poderá constatar no sítio do jornal em: http://www.mensageironoticias.com/noticia/695.
Relativamente aos comentários que tece acerca da notícia publicada, apenas temos a informar que a jornalista em causa exerce a profissão com carteira profissional, tendo comprovado, por várias vezes, as suas competências para tal.

" Oh! Tempos! Oh! Costumes! Tenho fé que hão-de vir tempos que se hão-de prolongar até ao fim dos tempos em que deixará de haver motivos para tal exclamação."

Carla
F. Costas Andrade · escreveu em 03-09-2008 às 16:52:48
Ex.ma Senhora

Dr.ª Aida Sofia

O comentário que ontem exarei neste spaço, foi motivado pela notícia que li na Net por volta das 23 horas, em que apenas se fazia referência à feira de artesanato de Carção a qual, como então afirmei, me pareceu desajustada ao que realmente ali se passou naquele dia memorável.
Em presença da notícia hoje publicada, de que acabo de ter conhecimento, reconheço que se fez justiça e, simultaneamente, que havia razão para o comentário em questão.
Não duvido que tenha asistido à sessão de lançamento dos livros em causa.
O meu reparo deveu-se ao facto de, na qualidade de pivot, por ocasião da entrega de pequenas lembranças, antes do encerramento, ter chamado, mais de uma vez, se sucesso,a Comunicação Social presente, para lhe agradecer a presença e prestimosa colaboração.
De resto, na minha intervenção de encerramento foi lançado um repto para que em Carção se levante um monumento condigno à memória das vítimas da Inquisição, opinião aclamada por todos os presentes, à qual se vinculou o representante da C. Municipal de Vimioso, facto que reputamos de enorme importância e que, salvo melhor opinião, merecia também ser divulgado.
Com grande admiração pelo trabalho desenvolvido pelo Mensageiro ( do qual, de resto já fui colaborador nos longinquos anos 70), aceite os meus melhores cumprimentos
F. Costa Andrade


F. Costa Andrade · escreveu em 03-09-2008 às 17:12:16


Ex.ma Senhora
D. Carla


No texto que acabo de endereçar à Dr.º Aida Lima, julgo ter respondido ao comentário que teve a amabilidade de fazer motivado pela opinião por mim expressa no enquadramento dos factos que o motivaram e que agora creio convenientemente esclarecidos.
Não possuindo eu a carteira de jornalista, facto que,( modéstia à parte), nunca me inibiu de colaborar com diversas publicações e até de ter alguns problemas com os Senhores do lápis azul - que tempos aqueles),
querpermita-me que lhe diga que, sem por em causa a competência do autor da notícia em questão, me limitei a expressar uma reacção que julguei pertinente e oportuna.
Termino dizendo-lhe quanto eu gostaria de acreditar em que virão tempos que tirem razão às exclamações de Cícero.

Com toda a consideração

F. Costa Andrade
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