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Política // MMS apresenta-se como alternativa Por: Carla A. Gonçalves/Frederico Correia / Secção: Actual / 09-05-2009 · 2 comentário(s) Imprimir Enviar a um amigo

Foto: Direitos Reservados
Responsável do Movimento Mérito e Sociedade esteve na região a apresentar o novo partido e novas soluções para o país

O responsável pelo partido “Movimento, Mérito e Sociedade” (MMS), Eduardo Correia, esteve na região a apresentar aquilo que considera como “novas soluções para o país”. Contra o actual modelo governativo e contra quem o tem vindo a ocupar, Eduardo Correia defendeu a responsabilização dos políticos e a definição de estratégias nas várias áreas como forma de ajudar a desenvolver o país. Apostados, para já, nas eleições europeias, tendo como cabeça de lista o empresário Carlos Gomes, actual presidente do grupo Fiat para o mercado francês, espanhol e português, o MMS pondera ainda apresentar candidatos às autárquicas no distrito de Bragança e no de Vila Real. À passagem por Vila Real, Eduardo Correia afirmou mesmo que o MMS é “o novo partido do século XXI” e que “os rostos do MMS também irão aparecer nos boletins autárquicos com candidatos para o distrito de Bragança e para o distrito de Vila Real”. Enquanto as eleições autárquicas ainda estão a ser trabalhadas, o MMS tem vindo apresentar-se pelo país, numa acção que teve como objectivo, sobretudo, conhecer as “realidades locais”. Depois de três dias de périplo pela região, à qual já veio três vezes como representante do MMS, Eduardo Correia considerou como graves entraves ao desenvolvimento do país a excessiva concentração de população no litoral, a forma de distribuição de riqueza e a falta de literacia. “O interior está mais próxima de Madrid do que de Lisboa e precisa de encontrar formas de reter e atrair população. Mas também é necessário garantir que os nossos jovens recebem um modelo de formação idêntico aos melhores do mundo”. Já no que diz respeito à forma de distribuição de riqueza, Eduardo Correia considera que Portugal continua a ser um país que “admite a escravatura moderna” ao instituir como salário mínimo o valor de 450 euros/mês, um terço do salário mínimo médio europeu. O MMS tem um ano de existência mas, segundo Eduardo Correia, tem sido “ignorado” pela comunicação social nacional que, nas sondagens, dá um empate técnico entre o PS e o PSD, mas “não diz que a abstenção poderá ser a grande vencedora”. É contra a abstenção, e porque se consideram como “alternativa” e “solução”, que o MMS quer apresentar também listas às eleições legislativas em todos os distritos. No distrito de Bragança, é Sérgio Deusdado, docente do IPB e natural de Miranda do Douro, o rosto da campanha do MMS. O MMS conta ainda com uma pequena rede de militantes que tem vindo a crescer, embora o responsável frise que a militância não é um objectivo do novo partido até porque “os partidos estão tão obcecados por militantes que se tornaram em centros de emprego”.

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2 Comentários Feed

miguel bartolo · escreveu em 31-05-2009 às 00:30:26
queria dizer gosto muito deste novo partido ja vi que sao pessoas que querem levar o bom nome para a frente e assi eu o desejo , queria pedir passem a palavra o que é as eleiçoes europeias para que as pessoas percebam o que é para que serve qual as fantagem e desvantagens e vao ver que sao diverentes dos outros que so querem andar a guerra e viva o mms.
Sérgio Deusdado · escreveu em 03-06-2009 às 19:20:25
Obrigado pelo apoio!

Se realmente queremos mudar só o faremos de uma forma: mudando.

No dia 7 de Junho pode começar a desenhar-se a regeneração da democracia portuguesa, e só depende de cada um dar essa oportunidade ao país. Votem nas novas ideias e nos novos candidatos. Abstenção não é solução!

Abraço,
SD
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